Enfermeira foi encontrada estrangulada no apartamento dela, em São José do Rio Preto (SP). Ex-marido foi preso em Pernambuco e, segundo a família, se passou pela vítima pelo celular.
O
homem suspeito de ter matado por
estrangulamento a ex-mulher, a enfermeira Juliana Landin Simão,
de 37 anos, se passou pela vítima durante conversas com familiares pelo
WhatsApp para tentar esconder o desaparecimento dela.
Segundo a irmã da
vítima, Fabiana Landin Lopes, Juliana não atendia o telefone e só respondia por
mensagens. “A gente entrava em contato com ela, ligava e ela não atendia, eu
insistia e a resposta que dava para mim e para mãe era pelo WhatsApp. O
telefone dela estava com ele. Acho que era ele que respondia por ela”, afirma a
irmã.
O
corpo de Juliana foi encontrado no apartamento onde morava, no segundo andar de
um prédio no bairro São Manoel. Segundo a polícia, ela foi estrangulada até a
morte com uma abraçadeira de nylon, conhecida como enforca gato.
O corpo só foi
encontrado porque a vítima era enfermeira e, como não apareceu para trabalhar,
os parentes acharam estranho o sumiço. “A supervisora dela me disse que ela não
foi trabalhar há vários dias, liguei para minha família e disse para irem até a
casa dela e estourar a porta. Eles arrebentaram e encontraram o corpo”, diz a
irmã.
Segundo
a polícia, o ex-marido da enfermeira não aceitava a separação do relacionamento
de sete anos. Eles têm uma filha de 6 anos, que está passando as férias na casa
dos avôs, em Nova Granada.
Segundo a irmã, o
ex-marido Cícero ainda dormia no apartamento dela, mas Juliana tinha dado um
prazo para ele sair do imóvel.
“Ele não era
agressivo, não sei se depois ficou e ela nunca me disse. Ela estava em processo
de divórcio, já tinha o divórcio e ela deu prazo de três meses para ele sair de
casa e ele não queria sair, não aceitava”, afirma.


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