A bancada de oposição na câmara que votou para abertura do processo conta com oito parlamentares, mas para que seja aprovada a cassação, é necessário o voto de pelo menos nove dos treze vereadores, caso contrário o processo será arquivado.
O prefeito de Toritama responde ao processo de improbidade administrativa, por descumprir a lei de licitações. No ano de 2014, a prefeitura gastou cerca de R$ 10 mil na compra de flores que foram destinadas a secretária da mulher, coordenada pela filha do prefeito, Daniele Cunha e distribuída no dia das mães. A lei permite compra sem licitações com valor máximo de R$ 8 mil ou em caso de calamidade pública.
Durante as investigações do processo, os vereadores citaram que os valores pagos na compra das rosas, divergem do valor real. Segundo Dioclécio Raimundo (PTC), relator do processo, a prefeitura pagou R$ 4,50 por cada rosa, onde a mesma era vendida normalmente por R$ 0,50. A audiência será realizada na câmara municipal, o voto é aberto e o público poderá acompanhar a votação.
Blog do Magno Martins
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