A casa do mel previa uma produção inicial de 15 mil KG de mel por ano, com a
perspectiva de aumentar 500% nos próximos 8 anos atingindo a produção de 75
mil Kg de mel. Inicialmente, 70 agricultores familiares associados a
cooperativa dos apicultores do agreste ( Agreste Mel ) seriam beneficiados com a
capacitação nos municípios Brejo da Madre de Deus, Caruaru, Bezerros, Riacho
das Almas, Tacaimbó, Alagoinha, Pesqueira e São Joaquim do Monte.
A ação tinha como proposta profissionalizar a cadeia produtiva do mel nos 22
municípios que fazem parte do território do agreste central, beneficiando
mais de 500 famílias. Voltando para o nosso município, a obra teve
investimento de ordem de R$ 423.364,64 e deveria ficar pronta em ate 180
dias, isto foi realizado, porém nunca entrou em funcionamento.
Os benéficos que nós munícipes teriam com esse projeto, apoiar cadeia produtiva
do mel dos apicultores do nosso município e cidades vizinhas. Com todo o
aparelhamento solicitado iria beneficiar o programa de alimentação escolas
e outros programas sociais com o incentivo do consumo do mel.
O então projeto priorizou a aquisição de computadores, aparelho de data show,
motocicletas e um automóvel, afinal foi repassado para esta obra R$ 449.394,
64 ao cofre público municipal.
Pois bem, a casa do mel desde o dia da inauguração como citado acima nunca
funcionou, mais um desperdício do dinheiro público. Hoje o que ser ver no
local são três casas abandonadas as margens da PE 145 , no sitio Estrago
servindo de ponto de trafico e consumo de drogas e prostituição.
ESCRITO POR MARCOS LIMA
Blog De Olho No Agreste


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