PF acha planilhas com nomes de políticos e valores na sede
de empreiteira.
tem seu nome na lista apreendida pela
Polícia Federal
O deputado pernambucano Bruno Araujo
tem seu nome na lista apreendida pela
Polícia Federal
Planilhas apreendidas pela Polícia Federal na sede da empreiteira Camargo
Correa, em São Paulo, contêm nomes de políticos como o vice-presidente
Michel Temer (PMDB) ao lado de valores em dólares e de obras de
infraestrutura estimadas também na moeda estrangeira.
Correa, em São Paulo, contêm nomes de políticos como o vice-presidente
Michel Temer (PMDB) ao lado de valores em dólares e de obras de
infraestrutura estimadas também na moeda estrangeira.
São feitas duas menções ao nome de Temer no documento, cada uma seguida
pelo valor de US$ 40 mil. Por meio de sua assessoria de imprensa, Temer
negou qualquer vínculo com a empreiteira. Segundo a assessoria do
vice-presidente, ele nunca recebeu recursos da Camargo Corrêa
“a qualquer título”.
pelo valor de US$ 40 mil. Por meio de sua assessoria de imprensa, Temer
negou qualquer vínculo com a empreiteira. Segundo a assessoria do
vice-presidente, ele nunca recebeu recursos da Camargo Corrêa
“a qualquer título”.
Ainda de acordo com os assessores do vice-presidente, Temer nunca
destinou emendas para obras em Araçatuba e nem para obras rodoviárias
em Praia Grande.
destinou emendas para obras em Araçatuba e nem para obras rodoviárias
em Praia Grande.
Araçatuba e Praia Grande, municípios paulistas, são cidades que aparecem
ao lado do nome do vice presidente nas planilhas apreendidas pela Polícia
Federal na sede da empreiteira, ao lado também dos valores de US$ 40
mil. Na mesma tabela, constam nomes de outros deputados, senadores
e prefeitos.
ao lado do nome do vice presidente nas planilhas apreendidas pela Polícia
Federal na sede da empreiteira, ao lado também dos valores de US$ 40
mil. Na mesma tabela, constam nomes de outros deputados, senadores
e prefeitos.
A PF não faz nenhuma análise sobre o documento porque os políticos
mencionados detêm foro privilegiado perante os tribunais superiores
– no caso dos parlamentares, o Supremo Tribunal Federal (STF)
detém competência exclusiva para abrir investigação. Sem autorização da
Corte, a PF não pode investigar deputado nem senador.
mencionados detêm foro privilegiado perante os tribunais superiores
– no caso dos parlamentares, o Supremo Tribunal Federal (STF)
detém competência exclusiva para abrir investigação. Sem autorização da
Corte, a PF não pode investigar deputado nem senador.
A PF apenas juntou aos autos da Operação Lava Jato o documento
apreendido na empreiteira, que é alvo da investigação por suspeita de ter
integrado o cartel que assumiu o controle dos maiores contratos da Petrobrás.
apreendido na empreiteira, que é alvo da investigação por suspeita de ter
integrado o cartel que assumiu o controle dos maiores contratos da Petrobrás.
Não há nenhuma menção nas planilhas encontradas na empreiteira a um
suposto caixa 2 ou pagamento de propinas. São nomes lançados ao lado
de valores.
suposto caixa 2 ou pagamento de propinas. São nomes lançados ao lado
de valores.
Na apreensão, a PF também encontrou planilhas que apontam doações que
teriam sido feitas pela empresa a políticos do PT, PSDB, PMDB, DEM e PDT
nas eleições de 2012. Os nomes dos políticos aparecem em tabelas,
organizadas por partidos. Os políticos citados nas planilhas vem
acompanhados por números isolados. A primeira tabela é reservada aos
políticos do PT.
teriam sido feitas pela empresa a políticos do PT, PSDB, PMDB, DEM e PDT
nas eleições de 2012. Os nomes dos políticos aparecem em tabelas,
organizadas por partidos. Os políticos citados nas planilhas vem
acompanhados por números isolados. A primeira tabela é reservada aos
políticos do PT.
O material foi apreendido pela polícia durante o cumprimento de um dos
mandados de busca da Operação Lava Jato, que investiga um esquema
de corrupção na Petrobrás envolvendo políticos e empreiteiras. O
criminalista Celso Vilardi, constituído pela Camargo Corrêa, disse que
não iria comentar o documento apreendido pela PF porque não teve
acesso a ele.
mandados de busca da Operação Lava Jato, que investiga um esquema
de corrupção na Petrobrás envolvendo políticos e empreiteiras. O
criminalista Celso Vilardi, constituído pela Camargo Corrêa, disse que
não iria comentar o documento apreendido pela PF porque não teve
acesso a ele.
Fonte: Estadão



Nenhum comentário:
Postar um comentário