Hélio dos Terrenos, Gilvandro Estrela e Luiz Carlos entram na disputa
que vai acontecer no dia 2 de julho.
Três candidatos se apresentaram à
Justiça Eleitoral para concorrer à prefeitura de Belo Jardim, no Agreste de
Pernambuco. Eles vão disputar a eleição suplementar na cidade, já que o
município está sob comando interino do presidente da Câmara desde o dia 11 de
maio, devido a cassação do prefeito eleito em 2016, João Mendonça (PSB).
A eleição
suplementar foi marcada para 2 de julho depois que o Tribunal Superior
Eleitoral (TSE) cassou a liminar que mantinha João Mendonça no cargo. As
convenções foram realizadas no dia 25 de maio e os candidatos apresentados
pelos partidos são:
Hélio dos
Terrenos (PTB). Ele foi um dos candidatos nas eleições passadas, quando obteve
14.015 votos. O vice é Silvano Galvão (PTB);
Gilvandro
Estrela (PV). Ele é o atual prefeito interino e presidente da Câmara Municipal.
O vice é Jonas Torres, conhecido como Pitombra da Lotação (DEM).
O terceiro
candidato é o empresário Luiz Carlos (PSB). Ele era o vice-prefeito de João
Mendonça. A vice é a professora e ex-secretária de Educação do município,
Elizabeth Gomes (PSB).
Nova eleição
A eleição foi marcada depois que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cassou a liminar que mantinha o prefeito João Mendonça (PSB) no cargo. Por 7 votos a 0, os ministros seguiram o entendimento do relator do caso, Luiz Fux. Com isso, o prefeito perderá o mandato e ficará inelegível pelo prazo de oito anos.
O gestor já tinha tido o registro de candidatura
negado nas duas primeiras instâncias, disputou a eleição por meio de liminar e
conseguiu outra para ser diplomado e assumir a prefeitura. A defesa ainda
argumentou outra lei para tentar reverter a decisão, mas o relator também não
aceitou o pedido.A eleição foi marcada depois que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cassou a liminar que mantinha o prefeito João Mendonça (PSB) no cargo. Por 7 votos a 0, os ministros seguiram o entendimento do relator do caso, Luiz Fux. Com isso, o prefeito perderá o mandato e ficará inelegível pelo prazo de oito anos.
Do g1 Caruaru

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