Político citado na Operação Lava Jato saiu em uma van escoltado por policiais.
Ele cumpre pena por condenação do mensalão e será transferido para o PR.
O ex-deputado Pedro Corrêa (PP-PE) deixou o Centro de Ressocialização do Agreste (CRA), em Canhotinho, Pernambuco, por volta das 14h30 deste domingo (12). O político recebeu um mandado de prisão na 11ª fase da Operação Lava Jato, deflagrada na sexta-feira (10), e voltada para crimes na Caixa Econômica Federal (CEF) e no Ministério da Saúde.
Ele saiu em uma van escoltado por policiais do Grupo de Operações de Segurança da Seres (GOS). Outro veículo do Sistema Penitenciário do estado acompanha o trajeto. Atualmente, o ex-deputado cumpre pena em regime semiaberto por condenação no processo do mensalão.
Corrêa será levado para o Centro de Observação e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel), em Abreu e Lima, na Região Metropolitana. Lá, o político passará a noite e, na manhã da segunda-feira (13), será levado por agentes da Polícia Federal para o Aeroporto Internacional do Recife, onde embarca para Curitiba (PR).
Transferência
O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou na sexta-feira (10) a transferência do ex-parlamentar para a carceragem da Polícia Federal em Curitiba.
Nas investigações sobre o esquema de corrupção na Petrobras, ele teve o nome citado pelo ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa, como recebedor de propina de R$ 5,3 milhões.
O pedido de transferência foi encaminhado ao ministro Luís Roberto Barroso, responsável pelas execuções penais do presos no processo do mensalão. No mandado de prisão preventiva – cujo prazo é indefinido e visa prevenir a ocorrência de novos crimes – o juiz Sergio Moro, responsável pelos processos relacionados à Operação Lava Jato no Paraná, autoriza o uso de algemas caso os policiais considerem necessário.
Do G1 Caruaru
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