O governo de Pernambuco prorrogou,
até o dia 30 de abril, o decreto que determina o fechamento do comércio e
demais atividades consideradas não essenciais para conter a disseminação
do novo coronavírus. A prorrogação da medida, que entrou em vigor em 22 de março, foi anunciada pelo
governador Paulo Câmara (PSB)
nesta sexta-feira (17), quando terminaria a validade do decreto.
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De acordo com o decreto, podem
funcionar, entre outros, serviços relacionados à alimentação, como
supermercados, padarias mercadinhos; casas de ração animal; farmácias e
depósitos de água mineral e gás; além de hospitais e serviços de abastecimento
de água, gás, energia e internet.
De acordo com o secretário de Saúde
de Pernambuco, André Longo, não deve haver relaxamento nas medidas de restrição
enquanto a pandemia não tiver atingido o pico da curva epidêmica.
"Sair de casa, nesse momento, é
uma atitude que vai pressionar de maneira muito forte o sistema de saúde, e nós
pedimos para que as pessoas fiquem em casa. O comportamento refratário às
medidas sanitárias pode ser determinante para termos aumento no número de
mortes nos dias que virão", afirmou o secretário.
Também continuam
abertas oficinas mecânicas, lojas de assistência técnicas, lojas de defensivo e
insumos agrícolas, bancos e serviços financeiros, lavanderias, serviços
urgentes de manutenção predial e prevenção de incêndio, atividades decorrentes
de contratos de obras particulares que estejam relacionadas à situação de
emergência e atividades prestadas por concessionários de serviços públicos.
A medida, segundo o
governo estadual, segue as diretrizes estabelecidas pela Organização Mundial da
Saúde (OMS) para incentivar o isolamento social e, assim,
diminuir a contaminação pelo Sars-Cov-2, que causa a doença Covid-19.
Do G1 Pernambuco

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