Blog do Cesar Melo
Um fato chamou a atenção
de todos os santa-cruzenses na manhã desta segunda-feira, na parte externa da
Câmara de Vereadores da cidade. Uma briga entre dois assessores parlamentares
terminou com um deles esfaqueado na face. Gilsemar Pedro, assessor do vereador
Ronaldo Pacas, agrediu com uma faca o jovem Fablício Araújo, assessor da
vereadora Jessyca Cavalcanti.
O episódio ocorreu por volta das 9
da manhã e acabou sendo o desfecho de uma série de agressões verbais, que se
iniciaram em grupos de Whatsapp da cidade. Fablício foi levado para a UPA da
cidade, medicado e atendido pela equipe de plantão. 23 pontos foram dados no
rosto de Fablício, que também teve que tomar doses de vacinas na tarde desta
segunda.
Uma equipe da Polícia Militar,
assim como, policiais civis estiveram na Câmara de Vereadores e conversaram com
várias pessoas, dentre elas, com o presidente do Legislativo, o vereador
Augusto Maia, que pouco depois emitiu uma nota à imprensa local.
Confira a nota de Augusto Maia:
NOTA DE ESCLARECIMENTO
Tendo em vista os últimos
acontecimentos envolvendo dois assessores parlamentares que compõe o quadro de
funcionários da Câmara de Vereadores de Santa Cruz do Capibaribe, inclusive
chegando à agressões físicas, fato que tem sido repercutido por toda a
imprensa, viemos através deste comunicado prestar esclarecimentos.
A Câmara de Vereadores comunica
que as medidas administrativas estão sendo tomadas, iniciando pela exoneração
imediata dos dois funcionários envolvidos, tendo em vista que de pronto é
nítido que ambos tiveram a mesma intenção de fugir das atribuições do âmbito
profissional. Ressaltamos ainda, que a Câmara de Vereadores de Santa Cruz do
Capibaribe estará atenta ao desfecho do caso judicialmente.
Vale salientar que o fato ocorreu
fora da Câmara de Vereadores e os assessores parlamentares não tem horário fixo
de expediente, já que ficam à disposição de forma exclusiva para cada
vereador.
Todavia, a Câmara de Vereadores de
Santa Cruz do Capibaribe, por meio da presidência, repudia qualquer ato de
violência por qualquer que seja a motivação. Em um momento tão difícil que
passa a nossa política, o diálogo e o respeito às opiniões contrárias devem se
sobrepor às agressões físicas ou incitações à guerra. A busca por um ambiente
saudável, onde a discussão democrática deve prevalecer é um dos nossos
objetivos.
Atenciosamente,
Augusto Maia
Presidente da Câmara

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