Além de reforçar os argumentos de Cunha, com o objetivo de que o MPF não volte atrás em eventuais benefícios que serão concedidos ao ex-presidente da Câmara, preso desde novembro do ano passado, a defesa do casal quer também blindar a jornalista contra outras investigações que ainda estão em andamento. Uma delas apura esquema criminoso para receber recursos por meio de um contrato de empréstimo simulado com uma igreja evangélica pertencente a um ex-deputado aliado de Cunha.
Outra investigação contra Cláudia Cruz apura o recebimento de forma suspeita de dinheiro de uma empresa do grupo Lira, que doou recursos para o PMDB e operou um terminal no Porto de Santos.
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