Local foi interditado depois de vistoria do Ministério Público do Trabalho.
Liberação dos espaços só pode ocorrer mediante a aprovação de fiscais.
Terminou nesta quarta-feira (20) o prazo para a conclusão das obras do matadoruro de Caruaru, no Agreste de pernambuco. O prazo não foi cumprido porque a prefeitura afima que pretende ampliar as melhorias, segundo a Secretaria de Gestão e Serviços Públicos.
"Estamos tentando liberar de imediato a parte de bovinos, que é uma grande demanda de Caruaru. A parte de caprino e suíno, que é uma demanda muito menor, acredito que teremos a conclusão subsequente em uma ou duas semanas", garante Paulo Cassundé, secretário da pasta. A reforma deve melhorar as estruturas de pisos, paredes, máquinas e equipamentos, além de implantar novas instalações hidráulicas, elétricas e de esgoto.
Ainda segundo Cassundé, a liberação dos espaços só pode ocorrer mediante a aprovação de fiscais do Ministério Público do Trabalho (MPT), que recomendou a interdição do localdepois de verificar situações de risco.
Entenda o caso
A interdição ocorreu em 29 de junho deste ano. Segundo o auditor fiscal Francisco Reginaldo, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), "a questão do não fonercimento dos EPIs [Equipamentos de Proteção Individual] adequados, a falta de proteção nas máquinas de abate, e a não proteção e observação do trabalho em altura são os principais pontos. Nós verificamos também irregularidades na parte elétrica e na instalação das caldeiras. Esses foram pontos fundamentais que implicaram na interdição".
A interdição ocorreu em 29 de junho deste ano. Segundo o auditor fiscal Francisco Reginaldo, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), "a questão do não fonercimento dos EPIs [Equipamentos de Proteção Individual] adequados, a falta de proteção nas máquinas de abate, e a não proteção e observação do trabalho em altura são os principais pontos. Nós verificamos também irregularidades na parte elétrica e na instalação das caldeiras. Esses foram pontos fundamentais que implicaram na interdição".
Fonte:G1
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