Eles teriam usado suposto atentado para comover o eleitorado em 2012.
Desta vez, a ação foi movida pela coligação 'Frente Popular de Altinho'.
O prefeito e o vice de Altinho, no Agreste, tiveram os mandatos cassados novamente. A sentença foi proferida pelo juiz eleitoral José Adelmo Barbosa, da 48ª Zona, na quarta-feira (20). O texto da sentença relata que o prefeito Ailson Oliveira (PSD) e o vice Marcos Sampaio (DEM) teriam feito uso político de suposto atentado na disputa eleitoral de 2012. Os dois serão notificados, mas permanecerão no cargo, uma vez que cabe recurso no Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE).
Esta é a segunda vez que os gestores têm os cargos cassados. A primeira ação foi movida pelo Ministério Público do estado (MPPE), mas os gestores recorreram e permanecem nos respectivos cargos enquanto aguardam a sentença do TRE. O segundo processo, que resultou na recente decisão de Adelmo Barbosa, foi movido pela coligação "Frente Popular de Altinho". Contudo, segundo este juiz, caso o TRE seja favorável à instância local, os acusados ainda poderão recorrer em última instância, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Ailson Oliveira e Marcos Sampaio têm três dias para recorrer, a partir da notificação. Os advogados dos políticos não foram localizados pelo G1.
Entenda o caso
Durante a campanha eleitoral de 2012, prefeito e vice de Altinho teriam forjado um atentado, com o propósito de comover o eleitorado, segundo o juiz eleitoral José Adelmo Barbosa. “O que está em questão é a fraude do processo eleitoral. Mesmo que o atentado tenha sido forjado ou não, o que estamos julgando é que o atual prefeito, na época candidato, utilizou o episódio para comover os eleitores na campanha eleitoral”, explicou em fevereiro, época da primeira sentença.
Durante a campanha eleitoral de 2012, prefeito e vice de Altinho teriam forjado um atentado, com o propósito de comover o eleitorado, segundo o juiz eleitoral José Adelmo Barbosa. “O que está em questão é a fraude do processo eleitoral. Mesmo que o atentado tenha sido forjado ou não, o que estamos julgando é que o atual prefeito, na época candidato, utilizou o episódio para comover os eleitores na campanha eleitoral”, explicou em fevereiro, época da primeira sentença.
Do G1 Caruaru
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