Com o homem de 40 anos, foram apreendidos cerca de R$ 4 mil, dois
celulares e um notebook. Polícia investiga se ele tem ligação com ações
criminosas em Pernambuco.
Um homem considerado chefe de
uma facção criminosa responsável pelo tráfico de drogas no estado do Amazonas, preso
em Pernambuco no sábado (16), vivia no Grande Recife há
mais de dois anos, segundo a polícia em coletiva de imprensa nesta segunda
(18). Conhecido como Tio Patinhas, Clemilson dos Santos Farias, de 40 anos, foi
detido em Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana.
Clemilson
foi preso em um apartamento de luxo no bairro de Barra de Jangada, após a
expedição de um mandado de prisão preventiva pela Justiça do Amazonas. Ele foi
levado para a Delegacia de Plantão de Jaboatão Velho e, posteriormente, para o
Centro de Triagem e Observação Criminológica Professor Everardo Luna (Cotel),
em Abreu e Lima, também no Grande Recife.
De
acordo com o delegado Denis Pinho, da Polícia Civil do Amazonas, Clemilson já
foi preso por tráfico de drogas e é investigado, em inquéritos diferentes, por
crimes como lavagem de dinheiro, homicídios, associação para o tráfico e
lavagem de dinheiro.
“Ele é considerado o mais
procurado do Amazonas e, mesmo de longe, continuava na liderança do tráfico daquele
estado. A prisão dele significa um grande avanço no sentido de instruir outros
inquéritos. Também há uma investigação aberta para apurar a posse de uma
metralhadora que pode até derrubar aviões”, disse o delegado.
Em Jaboatão, Clemilson morava com a
esposa e dois filhos menores de idade. A polícia vai investigar a motivação
dele para esconder-se no Recife e se ele tem ligação com ações criminosas no
estado.
Segundo o
comandante do Batalhão de Choque da PM, o tenente-coronel Tibério Noronha, a
montagem da campana para prender Clemilson teve início na sexta (15) e durou
dois dias. Com o preso, foram apreendidos R$ 3.925, dois celulares e um
notebook.
“Quando
recebemos a informação de que ele estava no Grande Recife, começamos a
trabalhar o refinamento das informações para chegar no local exato onde ele
residia. Ele foi abordado e não houve condição de reação”, explicou Tibério.
Do G1 Caruaru


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