O relatório produzido pelo órgão apontou que o piloto era experiente, com mais de 30 anos de profissão, mas que provavelmente teve uma “desorientação espacial”, o que levou à perda de controle do avião. Naquele dia dezenove de janeiro, a visibilidade também estava muito abaixo da exigida para operações.
Ainda de acordo com a FAB, as vítimas morreram por politraumatismo, ou seja, pelos impactos da queda do avião.
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