Jornalista desapareceu no dia 16 e foi encontrado morto no dia 18 em Sairé.
Dupla suspeita segue presa; parte dos laudos já foi concluída, diz delegado.
O inquérito sobre a morte do jornalista Marcolino Junior, de 46 anos, foi concluído, de acordo com o diretor de Polícia do Interior I, Nehemias Falcão. Segundo ele informou nesta quinta-feira (28) ao G1, alguns exames periciais já foram concluídos e encaminhados para a Justiça - outros laudos ainda aguardam conclusão e devem ser entregues à Polícia Civil.
Para detalhar a conclusão do inquérito, o delegado informou que uma coletiva de imprensa será realizada na segunda-feira (2) na Delegacia Seccional de Polícia Civil de Caruaru, no Agreste de Pernambuco. Falcão explicou que os dois suspeitos continuam presos.
Para detalhar a conclusão do inquérito, o delegado informou que uma coletiva de imprensa será realizada na segunda-feira (2) na Delegacia Seccional de Polícia Civil de Caruaru, no Agreste de Pernambuco. Falcão explicou que os dois suspeitos continuam presos.
O corpo do jornalista e colunista social foi encontrado na segunda-feira (18), na zona rural de Sairé, no Agreste de Pernambuco, segundo a Secretaria de Defesa Social. Ele estava desaparecido desde o sábado (16), segundo a família. O assessor pessoal da vítima e outro homem foram presos suspeitos de participação na morte de Marcolino Junior, segundo informou a Polícia Civil.
Perícia
A perícia realizada no dia 20 de abril no carro do jornalista encontrou marcas de sangue no porta-malas do automóvel. A informação foi confirmada pelo perito criminal Carlos Henrique Tabosa em entrevista à TV Asa Branca. O perito disse que o colunista social teria sido transportado no porta-malas do próprio carro.
Assessor pessoal envolvido
A Polícia Civil acredita que um dos motivos para o assassinato de Marcolino Junior foi o interesse do assessor pessoal - apontado como suspeito de planejar o crime - nos bens da vítima. "Ouvimos [o assessor de Marcolino] e constatamos que ele reclamava constantemente do salário que recebia. Ele se mostrava insatisfeito por receber R$ 200 por semana", informou ao G1 o delegado Marcio Cruz.
A perícia realizada no dia 20 de abril no carro do jornalista encontrou marcas de sangue no porta-malas do automóvel. A informação foi confirmada pelo perito criminal Carlos Henrique Tabosa em entrevista à TV Asa Branca. O perito disse que o colunista social teria sido transportado no porta-malas do próprio carro.
Assessor pessoal envolvido
A Polícia Civil acredita que um dos motivos para o assassinato de Marcolino Junior foi o interesse do assessor pessoal - apontado como suspeito de planejar o crime - nos bens da vítima. "Ouvimos [o assessor de Marcolino] e constatamos que ele reclamava constantemente do salário que recebia. Ele se mostrava insatisfeito por receber R$ 200 por semana", informou ao G1 o delegado Marcio Cruz.
O delegado ainda assegurou que o crime havia sido "planejado há um certo tempo". Outro homem foi preso, além do assessor do jornalista, e há a possibilidade de uma terceira pessoa estar envolvida no caso. "Podemos afirmar que o funcionário de Marcolino arquitetou o assassinato e que o outro envolvido ficou a cargo de se desfazer dos objetos, mas não podemos dizer quem foi que matou o jornalista", disse Marcio Cruz.
Entenda o caso
Residente em Caruaru, no Agreste de Pernambuco, Marcolino Junior foi visto pela última vez no sábado (16) antes de desaparecer. Ele almoçou com a mãe e depois saiu de casa, não sendo mais encontrado após tentativas de ligação e mensagens no celular desde então.
Imagens gravadas pelos circuitos de vigilância de um mercado e de uma pousada de Caruaru registraram momentos nos quais o jornalista foi visto antes de desaparecer, às 14h do dia 16.
Residente em Caruaru, no Agreste de Pernambuco, Marcolino Junior foi visto pela última vez no sábado (16) antes de desaparecer. Ele almoçou com a mãe e depois saiu de casa, não sendo mais encontrado após tentativas de ligação e mensagens no celular desde então.
Imagens gravadas pelos circuitos de vigilância de um mercado e de uma pousada de Caruaru registraram momentos nos quais o jornalista foi visto antes de desaparecer, às 14h do dia 16.
Do G1 Caruaru

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