Situação de abandono foi denunciada por representantes de sindicato.
Ação civil pública está em fase de análise para definir a situação.
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) entrou com pedido na justiça para a interdição da sede da 3ª Delegacia de Polícia Civil de Caruaru, no Agreste. A unidade funciona no Bairro Petrópolis e, segundo o promotor de Justiça Daniel de Ataíde, uma ação civil pública está sendo analisada pelo judiciário para definir a situação. O governo do estado será notificado.
Área Integrada
Outro ponto que faz parte do procedimento investigado é a entrega da área integrada, que está sendo construída ao lado da sede do IV Batalhão da Polícia Militar (BPM) de Caruaru. O promotor explicou que ainda não há prazo para que a justiça entregue o parecer da análise.
Outro ponto que faz parte do procedimento investigado é a entrega da área integrada, que está sendo construída ao lado da sede do IV Batalhão da Polícia Militar (BPM) de Caruaru. O promotor explicou que ainda não há prazo para que a justiça entregue o parecer da análise.
Denúncia
Representantes do Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol-PE) realizaram denúncia - em junho deste ano - acerca da situação de abandono do prédio. À época, o MPPE recomendou um prazo de 15 dias para a limpeza do local.
Representantes do Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol-PE) realizaram denúncia - em junho deste ano - acerca da situação de abandono do prédio. À época, o MPPE recomendou um prazo de 15 dias para a limpeza do local.
No espaço, veículos que são peças de investigação estavam cobertos por poeira. As condições físicas do local também eram precárias. O quintal onde as celas são localizadas estava coberto por mato e sem a mínima condição de receber qualquer preso.
Do G1 Caruaru
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